Cupins são insetos sociais da Ordem ISOPTERA, caracterizados pela grandiosidade e complexidade de suas castas, vivendo em ninhos que podem apresentar dimensões gigantescas, com milhares de indivíduos. O número de ovos colocados por dia pela rainha varia de 7.000 até 30.000 . As rainhas têm vida média de 10 anos e as rainhas de substituição, 25 anos.

A importância econômica dos cupins é muito grande e se prende, principalmente, ao fato de destruírem madeira viva ou morta, além de produtos manufaturados, livros e papéis, portas, móveis, tetos de madeiras e de gessos, assoalhos, caixas, fiação elétrica, couro, tecido, etc., alimentando-se, ainda, de humo e raízes de árvores e plantas. Para alcançar as fontes de alimentos eles passam por diversos locais que podem ser as partes inferiores dos pisos, dentro de paredes e colunas de alvenaria (através de rachaduras, frestas, dilatações, etc.), condutores elétricos de diferentes diâmetros e qualidade. Os danos causados em diversas culturas também são consideráveis, uma vez que atacam também plantas vivas. Assim, podem causar grandes estragos em eucaliptos, café, sementeiras, canas de açúcar, tubérculos, etc.

Dependendo do local onde se forma o ninho, os cupins podem ser agrupados em:

Cupins que vivem no solo, subterraneamente, com certa profundidade, de modo que não se vê nada na superfície.

Cupins que vivem na superfície em montículos, chamados também de murunduns, formados por montículos de terra endurecidas por saliva, de consistência quase pétrea.

Cupins arborícolas, cujos ninhos são construídos sobre as árvores ou semi-enterradas no solo.

Cupins de madeira seca que vivem em madeiras com relativamente baixo teor de umidade, não necessitando ter contato com o solo ou com outra fonte de umidade.

Os cupins atacam móveis, portas, assoalhos, etc., cavando galerias e câmaras à medida que vão destruindo o material do local onde se estabeleceram. Se não encontram imediatamente toda a madeira que precisam, esses pequenos e determinados engenheiros constroem pequenos túneis ligando sua colônia à madeira. Esses canalículos podem atravessar paredes, cabos elétricos e encanamentos, pois qualquer espaço (fresta, fenda, etc.) maior que 0.2 mm é como uma avenida para as suas passagens. E os incansáveis operários circulam por eles, entre a fonte de celulose e a colônia, retirando alimentos para sí, e armazenando nutrição para os outros membros das castas.

O tratamento consiste na utilização de métodos específicos de controle, com o objetivo de minimizar o índice de infestação, devendo, após a realização do mesmo, manter sistema contínuo de acompanhamento da evolução do problema, e fazer tratamento preventivo com a finalidade de eliminar a população de cupins existentes na área objeto do tratamento, ao redor e também no solo.

Os métodos utilizados são através de infiltração, pulverização e/ou pincelamento, com o objetivo de evitar a continuação da penetração dos cupins em imóveis, móveis e árvores.

 

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